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“ ESTAMIRA” FILME DO REALIZADOR
BRASILEIRO MARCOS PRADO É O GRANDE VENCEDOR DO CINE’ECO
“Estamira”, o filme do realizador Brasileiro
Marcos Prado é o grande vencedor do Cine’Eco 2005, o
Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente que termina
este fim de semana em Seia, na Serra da Estrela.
“Estamira é uma mulher de 63 anos que sofre de surtos
esquizofrénicos e trabalha há mais de 20 anos no aterro
sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. Com um discurso
eloquente, filosófico e poético, Estamira vive em função
da sua missão: revelar e cobrar a verdade”.
O Júri Internacional presidido por Andres Fernandez (EUA) e
por Elisa França Rocha (Brasil) atribuiu a “Estamira”
o Grande Prémio do Ambiente, patrocinado pela Câmara
Municipal de Seia, no valor de 3.750 Euros, e que é atribuído
à obra considerada a melhor entre todas as presentes a concurso,
em qualquer categoria de temática ambiental.
O Prémio Especial da Lusofonia, no valor de 2.500 Euros foi
entregue ao filme “O Coro das Palavras”, de Carlos Brandão
Lucas (Portugal), por ser considerada a melhor obra a concurso, produzida
e realizada em país lusofono.
O Prémio “Vida Natural”, no valor de 1.250 Euros
foi atribuído ao filme “A Vida Secreta dos Lobos”
de Jacinto António Rosa Godinho (Portugal), por ser a obra
a concurso que no entender do júri melhor promove o tema da
conservação da natureza e da bio-diversidade.
O Prémio “Agua”, no valor de 1.250 Euros foi entregue
ao filme “Sede” (Thrist) dos realizadores Alan Snitow
e Deborah Kaufman (EUA), por ser a obra a concurso a promover melhor
o tema dos recursos hídricos.
“O Velho e o seu Jardim de Pedra”, do realizador Parviz
Kimiavi (Irão) foi o filme vencedor do Prémio “Antropologia
Ambiental”, no valor de 1.250 Euros, por ser a obra a concurso
que melhor promove o tema da inserção do homem no seu
quotidiano.
O Prémio “Educação Ambiental”, no
valor de 1.250 Euros foi atribuído ao filme “Mangais”
de James Ewen (Moçambique / Inglaterra), por ter sido considerada
a obra que melhor abordou, do ponto de vista didáctico - pedagógico
os temas a concurso.
“Salton Sea” (Pragas e prazeres no mar Salton), filme
de Chris Metzler e Jeff Springer (EUA), foi o vencedor do Prémio
“Pólis” no valor de 1.250 Euros, por ter sido considerado
o melhor a promover o tema da requalificação urbana
e valorização ambiental.
“Terra de Sonho” de Laila Pakalnina (Letónia) foi
o filme vencedor do Prémio “Resíduos”, também
no valor de 1.250 Euros, por ter sido considerado o melhor que promove
o tema dos resíduos.
O Prémio “Camacho Costa” destinado à melhor
obra nas áreas de poesia e humor, e que é no valor de
1.250 Euros, foi atribuído ao filme “Rain is Falling”,
(A Chuva está a cair) Holger Ernst (Alemanha).
Para além dos montantes atribuídos, a organização
atribui igualmente as campânulas, que são o símbolo
do festival, além dos respectivos diplomas.
O Juri Internacional atribuiu ainda 3 Menções Honrosas:
“O Diamante Branco”, de Werner Herzog (Alemanha); “The
Meatrix” de Louis Fox (EUA) e “Wildness”, (Vida
Selvagem), de Scott Millwood (Austrália).
O Júri da Juventude atribuiu os seguintes prémios:
Na categoria de Ficção, o Júri decidiu premiar
com menção honrosa os seguintes filmes:
«Water», de Chris Graham (Nova Zelândia);
«Las Viandas», de José António Boret (Espanha).
O prémio, nesta categoria, foi atribuído a:
« Rain is Falling», de Holger Ernst ( Alemanha)
Na categoria de Documentário, o Júri decidiu atribuir
as seguintes menções honrosas:
«The White Diamond», de Werner Herzog (Alemanha)
«Thirst», de Alan Snitow e Deborah Kaufman (EUA)
Nesta categoria o Júri decidiu ainda atribuir o prémio
de melhor Documentário curto a:
«Kreas», de Cristo Petrov (Grécia)
E o prémio para melhor Documentário longo a:
«Estamira», de Marcos Prado (Brasil)
Na categoria de Animação, o Júri decidiu atribuir
as seguintes menções honrosas:
«Agricultural Report», de Melina Sidney Pádua (Irlanda)
O prémio nesta categoria foi atribuído a:
«Eskimo», de Júlia Aronova (Rússia)
O mesmo Júri, dada a qualidade das obras a concurso decidiu
ainda atribuir os seguintes prémios:
Na categoria de Lusofonia, o Júri decidiu:
Menção Honrosa para:
«O Coro das Palavras», de Carlos Brandão Lucas
(Portugal)
E prémio especial da Juventude para Lusofonia para:
«A Vida Secreta dos Lobos», de Jacinto António
Rosa Godinho (Portugal)
Prémio Cultura Urbana – «The Art and Crimes of
Ron English», de Pedro Carvajal (EUA)
Prémio Ambiental para:
«Dream Land» de Laila Pkalnina (Letónia)
Finalmente, o Grande Prémio da Juventude foi atribuído
a:
«Plagues and Pleasures on the Salton Sea», de Chris Metzler
e Jeff Springer (EUA)


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Cinema ambiental em Seia
Um total de 168 filmes de 40 países estão a concurso
a partir de hoje no Cine’Eco – XI Festival Internacional
de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela, em Seia.
Segundo a organização, este ano há “um
recorde no número de países participantes”.
Os prémios nas diferentes categorias ascendem a um valor
global de 16 mil euros.
Entre os convidados especiais contam-se Mário Augusto, jornalista,
realizador de programas televisivos dedicados à Sétima
Arte e autor do livro ‘Nos Bastidores de Hollywood’,
que será membro do júri. A actriz brasileira Silvia
Pfeiffer vai estar presente no encerramento do Festival, na cerimónia
de entrega de prémios, agendada para dia 29. Os filmes a
concurso abordam assuntos tão diversos como a transumância,
em ‘Pastores, Cães e Rebanhos’, do espanhol Vítor
Casas, ‘A Ecologia Popular’, do russo Nicolai Bogarvski,
ou retratos da vida natural no filme argentino ‘Árvores
e Arbustos’, de Francisco Pedemonte.
Haverá programação dedicada às escolas,
ao cinema brasileiro contemporâneo e a filmes baseados nas
obras de Hans Christian Andersen e Júlio Verne, entre outros
temas. A organização pretende este ano superar a média
de 10 000 espectadores de anos anteriores nos 10 dias de Festival.
O Cine’Eco tem direcção técnica do Lauro
António e é organizado pela Câmara Municipal
de Seia.
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Sobe o pano sobre o Cine'Eco
O Cine'Eco 2005 - XI Festival Internacional de Cinema
e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela teve ontem início
e encerra no final do mês em Seia.
A edição deste ano contou com a inscrição
de 168 filmes, oriundos de 40 países, sendo que apenas 60 filmes
foram escolhidos para concorrer às campânulas e montantes
financeiros dos prémios, que ascendem a um total de 16 mil
euros.
A edição deste ano conta apenas com o apoio da Câmara
de Seia. Uma situação que o director do festival, Carlos
Teófilo, considera "lamentável" tendo em conta
as características do certame.
Lembrou que os filmes a concurso "são do melhor que se
faz em todo o mundo".
Adiantou ainda em jeito de brincadeira que "pagamos melhor que
os Óscares de Hollywood", tendo em conta que lá
apenas se recebe a estatueta dourada.
A promoção de uma cultura cinematográfica junto
dos alunos de todas as escolas do concelho e da comunidade em geral
continua a ser um dos grandes objectivos.
O director-executivo disse ainda que muitos dos filmes que estão
a concurso "não chegam a ser exibidos em nenhuma sala
de cinema nacional".
O director-técnico continua a ser o realizador Lauro António
e este ano o jornalista da SIC, Mário Augusto vai ser um dos
elementos do júri.
Actualmente, além das entrevistas que faz às estrelas
de cinema, o jornalista coordena e apresenta o programa "35 mm"
na SIC noticias, dedicado à divulgação das estreias
de cinema.
Foi co-autor de um livro dedicado ao cinema de animação
"Cinanima". Recentemente lançou o livro "Nos
bastidores de Hollywood", baseado nas suas experiências
como entrevistador de estrelas da sétima arte.
Para além de Mário Augusto, outros convidados de honra
estarão no Festival de Seia, entre eles três directores
de festivais de cinema, um de Turim, (Itália), outro de Washinghton
(EUA) e outro de Goiania (Brasil).
O Festival que decorre na Casa da Cultura de Seia contará como
habitualmente com vários ciclos temáticos de filmes,
além dos filmes a concurso.
Nas actividades paralelas destaca-se um concerto de jazz na cerimónia
de abertura, com a Banda de Leo Gandelman, que vem a Portugal em digressão
a convite do Cine'Eco e um concerto com um Grupo de Metais do Conservatório
de Música de Seia, na cerimónia de encerramento e entrega
de prémios, dia 29, sábado.
Exposições de pintura e fotografia e uma palestra sobre
desenvolvimento sustentável fazem também parte do programa.
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JORNAL PORTA DA ESTRELA - SEIA: Edição
de 10-06-2005
CineEco 2005 vai contar com mostra de filmes brasileiros
O Festival Internacional de Cinema e Vídeo
de Ambiente da Serra da Estrela vai contar este ano com uma mostra
de filmes goianos e outra de longas-metragens brasileiras do circuito
comercial, disse à Lusa o coordenador do CineEco. Segundo Lauro
António, este é um dos resultados do acordo assinado
esta semana entre o CineEco e o Festival Internacional de Cinema Ambiental
(FICA), que decorre na cidade brasileira de Goiás.«Esta
colaboração vai significar uma sinergia importante nesta
área de cinema ambiental. Ganhamos ambos os lados com o cruzar
de experiências», assinalou o realizador e crítico
cinematográfico, que está a participar no FICA, em Goiás,
a 370 quilómetros de Brasília.Além de possibilitar
uma série de iniciativas conjuntas entre o FICA e os festivais
europeus de temática ambiental, o acordo vai permitir uma cooperação
entre o festival de Goiás e o CineEco com o festival de Mindelo,
em Cabo Verde, que está a ser criado.«Vamos tentar criar
uma espécie de plataforma portuguesa- atlântica, incluindo
a Europa, África e o Brasil, através dos festivais de
ambiente e da língua portuguesa», destacou Lauro António.O
crítico português acredita que esta iniciativa abrirá
campo para a realização de muitas co-produções.O
acordo assinado entre o CineEco e o FICA estabelece também
que haja uma constante troca de jurados entre os dois festivais.Segundo
Lauro António, é possível que seja assinado em
Outubro, durante o CineEco, um acordo de geminação entre
as históricas cidades de Goiás, que ainda conserva a
planta original portuguesa, e Seia, na Serra da Estrela.«A partir
das áreas cultural e ambiental, este protocolo deverá
aproximar ainda mais as duas cidades, com repercussões nas
áreas económica, cultural e académica»,
afirmou.
JORNAL PORTA DA ESTRELA - SEIA: Edição
de 10-06-2005
Mostra de cinema português e acordo
com CineEco marca festival de Goiás
Uma mostra de cinema português e a assinatura
de um acordo com o Festival de Ambiente da Serra da Estrela (CineEco),
em Portugal marcam o VII Festival Internacional de Cinema Ambiental
(FICA), a decorrer esta semana na cidade brasileira de Goiás.O
consultor do FICA Washington Novaes disse à Lusa que o acordo,
inicialmente pensado como um termo de geminação entre
as cidades de Goiás e Seia, na Serra da Estrela, ficou restrito
aos dois festivais devido à campanha para as eleições
autárquicas de Outubro em Portugal.Segundo Washington Novaes,
o documento vai permitir uma maior aproximação entre
o Brasil e a União Europeia na área de cultura ambiental,
com possibilidade de intercâmbios com a Associação
de Festivais de Cinema Ambiental da Europa, da qual fazem parte Portugal,
Itália, Espanha e Alemanha.A mostra de cinema português,
coordenada pelo director do Festival da Serra da Estrela, Lauro António,
é uma das novidades que o FICA 2005 traz este ano a Goiás
Velho, como é mais conhecida a antiga capital do Estado de
Goiás, hoje património histórico da humanidade,
localizada a 370 quilómetros de Brasília.Nesse cenário
goiano do século XVIII, onde se destacam o casario colonial,
as ruas estreitas e as calçadas de pedra, serão apresentadas
seis películas portuguesas. Integram a mostra "Olhares
sobre a Juventude" os filmes "Manhã Submersa",
de Lauro António; "A Passagem da Noite", de Luís
Felipe Rocha; "Zona J", de Leonel Vieira; "Rasganço",
de Raquel Freire; "Os Mutantes", de Teresa Vilaverde e "Osso",
de Pedro Costa.«O cinema português vem contribuindo de
forma relevante com o FICA», salientaram os organizadores do
festival de Goiás, o maior de cinema temático da América
Latina e um dos principais do género no mundo.Este ano, foram
inscritas para selecção cerca de 800 obras de quase
90 países, um recorde desde que o FICA foi criado, há
seis anos. O festival, promovido pelo governo de Goiás, mostra
filmes e vídeos em longa, média ou curta-metragem, e
séries televisivas sobre questões ambientais. O orçamento
do festival é de 2,5 milhões de reais (843 mil euros).Além
do cinema que defende a qualidade de vida na Terra, o FICA promove
também diversas actividades culturais e artísticas,
como oficinas de edição, de fotografia, cursos, e abre
ainda espaço para a música, dança, artes plásticas,
literatura e teatro.
De 21 a 30 de Outubro na cidade de Seia
Cine’Eco 2005 – XI FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E
VÍDEO DE AMBIENTE DA SERRA DA ESTRELA
A Câmara Municipal de Seia vai levar a efeito
de 21 a 30 de Outubro o Cine’Eco 2005 – XI Festival Internacional
de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela.
Ao todo inscreveram-se 168 filmes oriundos de 40 países, cabendo
agora ao júri de pré-selecção a escolha
dos cerca de 60 filmes que irão concorrer às campânulas
e montantes financeiros dos prémios, que ascendem a um total
de € 16 mil Euros.
Para já há um recorde estabelecido, quanto ao número
de países participantes, e que é superior ao dos anos
anteriores.
Numa altura em a organização está a ultimar preparativos
do festival, já se sabe que em termos de iniciativas paralelas
decorrerá um concerto de Jazz na cerimónia de abertura,
dia 22, com Leo Gandelman e sua Banda, vindos do Brasil a convite
do Cine’Eco, encerrando a sua digressão por Portugal.
Para a cerimónia de encerramento e de entrega de prémios
está previsto um concerto com o Grupo de Metais do Conservatório
de Musica de Seia.
Nas Galerias da Casa da Cultura estará patente uma Exposição
de Pintura do artista plástico Rosando.
Em matéria ambiental, além de uma caminhada por “Trilhos
da Serra”, destaca-se a realização de uma palestra
sobre o tema” Agenda 21 local e crescimento sustentável”,
sendo convidados para o efeito o grupo CIVITAS da Faculdade de Ciências
e Ambiente da Universidade Nova de Lisboa, coordenado pelo Professor
Doutor João Farinha.
É que o município de Seia foi o primeiro no país,
juntamente com Mértola a assinar o “Compromisso de Alboorg”
(Dinamarca).
Nesta 11ª edição do CINEECO, procuramos associar,
os conteúdos dos princípios de Alboorg, recentemente
assinados, às temáticas dos filmes a concurso.
No ciclo de cinema patente no decorrer do Festival serão exibidos
filmes de intensa reflexão abordando temáticas como
a Equidade e Justiça Social (pobreza e exclusão social)
e grandes alterações climáticas do planeta .
Nas galerias da Casa da Cultura vai estar patente uma oficina de ciência
onde vão poder ser realizadas pequena experiências direccionadas
para os mais novos despertando a curiosidade pelo conhecimento e inovação.
Os nomes dos júris ainda não são conhecidos,
embora se saiba que neles participarão Directores de outros
festivais internacionais, figuras conhecidas do mundo do espectáculo,
além de várias individualidades locais.
Para além dos filmes a concurso, o Cine’Eco contará
com vários ciclos temáticos que decorrerão nos
vários espaços da Casa Municipal da Cultura.
No Cine-Teatro haverá na parte da manhã filmes infantis
para as crianças das escolas e jardins de infância do
concelho, onde serão exibidos filmes como “Robot’s”,
“Belleville Rendez-Vous”, “Sonho de uma noite de
São João”, “O Gang dos Tubarões”
e Madagascar, entre outros.
À tarde decorrerá um ciclo designado da “BD ao
Cinema”, destinado aos alunos das escolas EB e Secundárias
do concelho, onde serão exibidos filmes como “”Hulk”,
“Batman – O início”, “Blade 2”,
“Helboy” e “Imortal”, entre outros.
Às 18 horas mantém-se o ciclo “Outras Terras outras
gentes”, onde serão exibidos filmes tradicionalmente
afastados dos circuitos comerciais, destacando-se “Bom Dia,
Noite”, “Diários de Che Guevara”, “Noite
Escura”, “A Costa dos Múrmurios”, “Maria
Cheia de Graça”, e “Um longo Domingo de noivado”,
entre outros.
Ás 21:30 Horas terá lugar um ciclo designado “Bolas
Brancas” onde estão previstas as exibições
dos filmes “”Charlie e a Fábrica de Chocolate”,
“A Queda: Hitler e o fim do Terceiro Reich”, “Guerra
dos Mundos”, “Reino dos Céus”, “Á
Procura da Terra do Nunca”, entre outros.
O programa contempla ainda a exibição de filmes do fantástico
e / ou Terror à meia noite das sextas e Sábados.
Para o Grande Auditório está previsto um ciclo de filmes
de Homenagem a Hans Christian Andersen e outro de Homenagem a Júlio
Verne.
No Pequeno Auditório decorrerá um ciclo de cinema Brasileiro
contemporâneo, além de um ciclo designado “Peter
Pan no Cinema”.
A organização pretende levar o maior número de
pessoas às salas da Casa da Cultura, pretendendo superar a
média de anos anteriores que é de cerca de 10 mil espectadores
nos 10 dias do Festival, sendo que a maior fatia é de alunos
das escolas.
De resto, as escolas merecerão este ano maior atenção,
já que é propósito da organização
mobilizar também escolas para os filmes a concurso e pôr
os alunos a falar com realizadores, membros do júri e directores
do Festival.
Para ajudar a levar o Cine’Eco à comunidade, a Câmara
procurará estabelecer parcerias com várias entidades
locais, nomeadamente escolas, lojas comerciais, colectividades, bares
da cidade e da região, entre outros.
O Director Técnico do Festival é o realizador e critico
de cinema, Lauro António, contando ainda na Comissão
Executiva com Carlos Teófilo, (Director Executivo) e Dina Proença
e Mário Jorge Branquinho, da Divisão de Cultura da Câmara
Municipal de Seia.
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