Obras
a Concurso
Quase sete dezenas de obras concorrem ao Cine Eco 2001, nas diversas
secções em competição. Há a referir
desde logo uma forte presença portuguesa, com títulos
de autores consagrados como Carlos Brandão Lucas, Edgar Pera
ou Pedro Sena Nunes. Mas o mundo lusófono está ainda
presente com a participação de um forte contigente
de obras provenientes do Brasil (onde se destacam a de Lucélia
Santos, sobre Timor Lorasae, em estreia mundial, fora do Brasil,
ou a de Washington Novaes, um dos mais prestigiados ambientalistas
de todo o mundo) ou de Moçambique, que inscreveu oito títulos
de qualidade surpreendente).
Mais de uma
dezena de países estão representados, do Japão
aos EUA, passando pela Eslováquia, Lituânia, Espanha,
Inglaterra, França, Suíça.
De Inglaterra,
chega-nos um trabalho da Aardman (a produtora da fabulosa “A
Fuga Das Galinhas”), enquanto a França enviou uma dúzia
de filmes, entre os quais “Les Enfants du Marais, que inaugurou
oficialmente o Festival de Ambiente de Washington.
Por países,
vejamos as inscrições. Do Brasil, Alma Açoriana,
de Penna Filho, A Bela e os Pássaros, de Marcelo e Paolo,
Camara Cascudo, de Ricardo Miranda. O Desafio do Lixo, de Washington
Novais, Gilbertianas – I E Ii, de Ricardo Miranda, Piano e
Ganzá, de Estela Padovan, e Timor Lorosae – O Massacre
que o Mundo Não Viu, de Lucélia Santos.
The Dunajská
Luhy Protected Landscape Area, de Ludovit Hanak, vem da Eslováquia,
enquanto a Espanha enviou La Atmosfera de la Ciudade, de José
M. Grevara Senciales, My World, de Leandro Blanco e Vivendo entre
Tiburones, de Manu San Felix e Leandro Blanco. Dos EUA chega-nos
uma longa metragem, Lalee’ Kim, de Susan Froemke e ainda Hotspots,
e Chalalan: The Story of a Dream de de Harold Castro.
De França
poderemos ver no Cine Eco 2001, Les Enfants du Marais, de Jean Becker,
L’ Afrique Intime, de Christophe Rey, Burger Burp’s
and The Happy Farmer, de Gérard Ollivier, Conte de la Montagne,
de Daisy Lamothe, Entre Nous, de Serge Lalou, L’ Entzenbach,
Romuald Weber, Un Peu de Bedoin, de Waldak Weisz, Reyksavic, des
Alfes Dans la Ville, de Solveig Andpach, Romance de Terre et Eau,
de Jaen-Pierre Duret e Andrea Santana, Urgence Sauvage, Péril
en la Demeure, Cascio Christian e Un Zoo Dans la Ville, de Marion
Lary.
Crusader of
The Ganges, de Daniel Whistler e Wwf Biodiversity, de Luis Cook,
trazem a marca dos estúdios ingleses e The Abc’s of
Football, de Itamar Rotem representa Israel. Rosia Chiasaki, de
Hideya Kamakura (Japão) e Seymina, de Rimantas Gruodis (Lituânia),
e Borromini, San Carlino E Il Suo Doppio Demezzato, de Mirto Storni
(Suiça) são outros títulos de que muito se
espera.
De Moçambique,
Carvão Nosso de Cada Dia, Contos Tradicionais, Um Lugar Para
Não Viver, Quando o Mar Bate na Rocha, Queimadas Descontroladas,
Tartarugas Marinhas na Costa de Inhaca, Transfronteira, Turismo
Destruidor, trazem as assinaturas de Sol de Carvalho e Chico Carneiro.
Finalmente,
Portugal está largamente representado com Alqueva, de Mário
Lino, A Bíblia na Arte, de Paulo d’Alava, Bodysahapes,
Texturescapes, de Pedro Azevedo, Cidadania, de António Pinto,
Fernando Pinto, Paulo d’Alva, Com Quase Nada, de Carlos Barroco,
Os Dedos, de Hilário Amorim, Desertos, de Bárbara
Lemos Cabaço, Em Nome do Espírito Santo, e Paisagens
Magaliticas, ambos de Carlos Brandão Lucas, Gerês:
Património Vivo, de Grupo Greculeme, A Grande Barragem, de
Fernando Santos e Rui Teigão, Homens Suspensos, de Pedro
Sena Nunes, Ilha de Todos-os-Começos, de António Marques,
Ilha do Fogo – Portugal no Coração, de António
Barreira Saraiva, Imobiliário, A Última Praga do Sobreiro,
de Sofia Leite, LISBOA – BOA 345dt, de Edgar Pera, Litoral
Alentejano entre as Urbanizaçôes e o Mar, de Paula
Colaço), Marés Errantes, de António Pinto,
Sérgio Augusto, Maria João, Tânia Ferreira,
Nut, de Paulo Cancela de Abreu, O Paul de Tornada, de Vitor Beja,
Perceveiros, os Cavadores do Mar, de Ana de Frias, Planeta Azul
– O Algarve Desordenamento, de Paula Colaço, Póvoa
Dão, de Silvia Alves, Processo Crime 141/53, de Susana de
Sousa Dias, Reciclagem, de Mário Lino, A Ria a Preto e Branco,
de Fernando Manuel Pinto, A Última Gota, de Rui Nelson e
Viagens na Minha Terra I, de Antonieta Charrua.
